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Meu Perfil BRASIL, Sul, ROLANDIA, novo horizonte, Homem, de 15 a 19 anos, Portuguese, Portuguese, Arte e cultura, Sexo Outro -
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manco
O Fantasma de Margareth
A foto abaixo foi tirada em 1945, por Thomas Brown ,um fotógrafo que trabalhava no bosque Beatyfull Green. Thomas era conhecido por tirar fotos de namorados que iam ao parque. Neste dia não foi diferente, Thomas estavá lá com sua máquina, quando apareceu um casal. Thomas por sua vez tirou uma foto deles,mas na revelação Thomas ficou espantado. Atrás do casal apareceu uma mancha branca que tinha um formato de uma pessoa.Thomas Brow ficou tão chocado que não entregou a foto ao casal.
Ao longo do tempo Thomas começou a estudar a foto e a vida do casal que posou nessa foto macabra, mas nada consegui Brown. Depois de um tempo Brown, decidido foi até a casa do casal e mostrou-lhes a foto. Julia e Robert também não souberam explicar o fato daquela aparição. O tempo passou,Thomas Brown faleceu, e sua busca incessante pelo fato não foi concluida. A foto ficou junto com seu filho que, por azar de Brow, não acreditava em fantasmas. Mas o fato só foi se desenrolar em meados de 1973 quando o netinho de Julia ,que se chamava Kevin, achou um saco enterrado no jardim da casa. Ao abrir o saco, deparou-se com uma ossada humana. Aquilo foi um choque para Kevin que tinha apenas 8 anos. Mas no exato momento que Kevin estava gritando e chamando Julia, estava passando um carteiro e viu a cena que o garoto transmitia com muito horror. O carteiro por sua vez foi acudi-lo, e no exato momento viu o saco de ossos que estava na frente do menino. Abismado com o que viu, foi imediatamente à polícia local.
A polícia ao chegar na casa onde estava o corpo, foi rápidamente interrogar a dona da casa, que estava muito inquieta e não quis dar depoimento. Os policiais acharam aquilo muito estranho,afinal a casa era dela. Levaram-na para a delegacia e obrigaram-na a dar o depoimento, foi neste momento que a verdade foi esclarecida. " A mãe de Julia era contra o seu namoro com Robert, e proibiu Julia de ve-lô, mas como Robert tinha um amor muito grande por ela, ia encontra-lá toda noite. Mas certa noite enluarada a mãe de Julia pegou os dois juntos, e imediatamente foi pra cima de Julia para castigá-la violentamente, mas Robert sigurou-a pelos braços e Julia furiosa pegou uma pá que estava no jardim e bateu violentamente na cabeça de sua mãe. O sanque espirrou na cara de Robert, e a mãe de Julia caiu no chão toda ensanguentada.
Julia disse aos policiais que ela e Robert não se desesperaram nem um pouco, e alêm disso enterrou o cadáver em seu próprio jardim. O delegado ficou chocado com aquilo tudo, e providênciou um internamento em um manicômio para Julia passar o resto de sua vida. O filho de Thomas soube do caso e ficou horrizado.
Mas o bom da história vem agora. Certa noite de insônia, Erick (filho de Thomas) teve uma visita um pouco demoníaca. Surgiu de trás da cortina uma mulher com um enorme buraco na cabeça elogiando o pai de Erick que de alguma forma ajudou a desvendar aquele mistério da foto.Pois aquela mancha era nada mais nada menos que Margareth (a mãe de Julia), que estava vigiando sua filha maldita.
AGORA VEJA A FOTO E CUIDADO MARGARETH PODE APARECER PRA VOCÊ ATRÁS DA CORTINA PARA TE ELOGIAR.

Escrito por ianki às 08h46
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Dia Dos Namorados
sabado eu levei minha namorada , para comer pizza.
e para mim, foi um dos melhores dias que nós ja passamos juntos !!!!!
Escrito por ianki às 10h22
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o AMOR é lindo
hoje eu dei para meu amor aliança de compromisso.ela ficou tao feliz, que me encheu de beijos e abraços.
Obs: eu tambem fiquei muito feliz pela reação dela , afinal eu a AMO
Escrito por ianki às 17h10
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A VELHA CABANA
Após percorrer muitos quilômetros na estrada deserta cercada por uma floresta assustadora na região de Crystal Lake, William decidiu parar o carro um instante, depois de avistar uma velha cabana isolada. A chuva que caía estava muito forte, prejudicando a visibilidade e a estrada não asfaltada oferecia muitos perigos.
Ao parar, o jovem passou a observar detalhadamente a sinistra casa solitária. Era uma cabana típica de regiões florestais e parecia estar desabitada. William saiu do carro e correu rapidamente em direção ao barraco, batendo fortemente na porta com os punhos cerrados à espera de alguma resposta, enquanto a tempestade caía torrencialmente. Esperou alguns instantes e, uma vez não recebendo resposta, tentou entrar. Surpreso pelo fato da porta não estar trancada, o rapaz invadiu a cabana para abrigar-se. Em seu interior deserto e frio, notava-se muita sujeira e um odor fétido que parecia emanar do próprio inferno. Assustado, o jovem observou a sua volta a podridão dos utensílios e móveis. Em alguns minutos investigou todo o interior e o ambiente parecia um chiqueiro imundo e abandonado. Por último, entrou num quarto pequeno e reparou ao fundo uma cortina suja e semi rasgada ocultando alguma coisa. William, ao mesmo tempo curioso e com medo, aproximou-se devagar e puxou a cortina para o chão. Para o seu total espanto, uma cabeça decepada de mulher em adiantado estado de putrefação jazia a sua frente sobre uma mesa, cercada por velas acesas. O jovem soltou um grito de pavor e fugiu desesperado. Ao sair da cabana, foi surpreendido por uma figura horrenda molhada da chuva, com um coelho morto em uma das mãos e um facão ensanguentado na outra. Uma máscara escondia sua face. William ficou paralisado ante ao enorme homem que se encontrava a sua frente e antes mesmo de qualquer reação, um golpe fortíssimo penetrou o facão em seu estômago, espalhando vísceras e sangue no chão da velha cabana.
Passados dois dias, um outro carro que vinha pela mesma estrada trazendo um jovem casal de noivos, resolveu parar ao avistar o carro de William próximo à cabana. O tempo, ao contrário dos dias anteriores, estava bom. Enio dirigiu a palavra à garota:
- Tudo aqui é muito estranho, Jane. Essa estrada, essa floresta... e agora esse carro parado próximo a essa cabana solitária.
A resposta veio a seguir:
- Tudo é assustador por aqui. Não devíamos ter parado, vamos continuar a viagem.
O jovem pensou consigo mesmo durante algum tempo, dizendo depois decidido:
- Você tem razão! Vamos embora daqui agora!
Enio ligou o motor do carro e procurou sair rapidamente. Antes porém, foi surpreendido por uma enorme pedra jogada contra o vidro dianteiro do automóvel, despedaçando-o. O casal, assustado, saiu novamente para fora e Jane perguntou ao companheiro:
- O que aconteceu? Jogaram uma pedra em nós! Veio da direção daquela cabana!
- Alguém aqui não quer que a gente vá embora. Vou pegar o revólver no carro para nos proteger e iremos naquela cabana descobrir o que está acontecendo. - disse o jovem.
O casal então dirigiu-se cautelosamente ao barraco e quando Enio abriu a porta... um estrondoso golpe de machado decepou-o brutalmente. Seu corpo sem a cabeça começou a estremecer e jorrar sangue convulsivamente banhando sua noiva que gritava histérica, presenciando aquela cena horrível. Desesperada, fugiu dali correndo sem destino. Ela não viu detalhadamente o portador do machado, mas o que percebeu com clareza é que o agressor usava uma máscara. Jane correu, gritando e chorando. O assassino estava às suas costas com seu machado pingando sangue e sedento de ódio para matar os invasores de seu território. A garota, em meio à total agonia, tropeçou numa raiz de árvore e caiu ao chão. Antes de levantar-se, uma apunhalada em suas costas penetrou a arma cortante em seu corpo, espalhando rapidamente sangue em volta do cadáver.
No dia seguinte, não muito distante dali, num campo de férias, dois garotos conversavam descontraidamente sentados à beira de um lago. Entre outras coisas, um deles perguntou ao outro:
- Você soube daquele garoto que se afogou nesse lago há muito tempo atrás?
- Claro! Esse caso é muito famoso por aqui. Ele desapareceu e nunca acharam o seu corpo. - respondeu o amigo.
- É evidente que está morto, cara! Você ainda tem dúvida quanto a isso? - retrucou o primeiro. Enquanto dialogavam, não perceberam a aproximação de alguém bem atrás deles. A grande foice afiada degolou os dois amigos num só golpe. Seus corpos inertes se estenderam no chão e o sangue logo misturou-se à água do lago.
Não, JASON VOORHEES não está morto!
Escrito por ianki às 08h55
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A LOIRA DO BANHEIRO
Em 2000, quando tinha 12 anos, estava assistindo a aula de matemática. Era a quarta aula. Uma após o recreio. Estávamos concentrados na explicação do professor. De repente um grito. Todos se desconcentraram e e começaram a murmurar sobre o que seria aquilo. O grito foi repetido agora utilizando a palavra "não". Então todos correram para fora da sala, e vimos os inspetores de alunos e serventes correndo desesperadamente para o banheiro dos meninos. Logo, à porta do banheiro, estava formado um aglomerado de professores, alunos e funcionários da escola. E lá de dentro do banheiro só se ouvia um choro desesperado e soluçante de um menininho.
Passados alguns dias, começaram a serem espalhadas várias versões para o fato. Uma dizia que um homem teria tentado violentar o menininho, outra dizia que o menininho estava histérico porque teria tirado sua primeira nota vermelha e isso faria com que levasse uma surra do pai. Mas uma em especial apavorou a mim e a todos na escola, o garoto teria visto uma mulher loira, vestida de branco e com algodão no nariz e que teria dito à ele "venha comigo, preciso matar minha sede com o seu sangue".
Essa história assombrou tanto que ninguém mais queria ir ao banheiro. E o menininho, de apenas 9 anos, ficou um mês sem voltar a escola.
Passado esse tempo, ele voltou a frequentar a escola e todos já haviam relaxado os banheiros já haviam voltado a serem frequentados normalmente. O menininho só entrava se fosse acompanhado pelo inspetor de alunos. Mas um dia, o inspetor antes de entrar no banheiro lembrou que havia deixado o portão dos fundos da escola aberto. Então falou para o garotinho: "pode entrar, só vou fechar o portão e já volto". O garotinho entrou... "não!" - foi o seu último grito que todos na escola ouviram. Quando o inspetor voltou correndo o menininho não estava mais lá. Havia, no chão, somente duas bolinhas de algodão e umas gotas de sangue.
Depois disso, eu e praticamente todos na escola participamos de campanhas para encontrar o meninho. Espalhamos fotos pela cidades, fizemos apelos através das rádios e de nada adiantou. Somente 6 anos depois é que tivemos notícias daquele menininho. A polícia encontrou seu corpo dentro de uma mata fechada que havia próxima a cidade. O corpo apresentava algumas perfurações e pode-se averiguar que todo o seu sangue havia sido retirado do corpo. E o tempo da morte era de aproximadamente 6 anos. Ele ainda vestia o uniforme da escola.
Escrito por ianki às 11h19
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AMOR
ontem meu amor veio me buscar , ela é nota 1000.
Escrito por ianki às 08h13
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Manco na area
hoje criei meu blog. sou d+
Escrito por ianki às 13h49
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